Conforme Tiago Oliva Schietti, o setor funerário exerce uma função fundamental na organização social, especialmente nos momentos mais delicados da vida humana. Embora muitas vezes atue de forma silenciosa e discreta, trata-se de um serviço indispensável para a saúde pública, para o respeito à dignidade humana e para o amparo às famílias enlutadas. Reconhecer o setor funerário como serviço essencial é compreender sua importância estrutural para o funcionamento da sociedade.
Em situações cotidianas ou em contextos de crise, como desastres naturais ou emergências sanitárias, a atuação dos serviços funerários se mostra ainda mais relevante. A continuidade dessas atividades garante não apenas o cumprimento de ritos culturais e religiosos, mas também a adoção de procedimentos técnicos que preservam a segurança coletiva e a ordem social.
O que caracteriza o setor funerário como serviço essencial?
Um serviço essencial é aquele cuja interrupção compromete diretamente o bem-estar da população, como elucida Tiago Oliva Schietti. O setor funerário se enquadra nesse conceito por lidar com o manejo, a conservação e a destinação adequada de corpos, atividades que têm impacto direto na saúde pública. A ausência ou falha nesses serviços pode gerar riscos sanitários, além de agravar o sofrimento das famílias.
Além disso, o caráter essencial do setor funerário está relacionado à sua função social. O cuidado com os falecidos e o apoio às famílias no processo de despedida são práticas que envolvem respeito, ética e responsabilidade. Esses elementos tornam o serviço funerário indispensável em qualquer contexto social, independentemente de condições econômicas ou circunstâncias externas.
A importância do setor funerário para a saúde pública
No entendimento de Tiago Oliva Schietti, o vínculo entre o setor funerário e a saúde pública é direto e significativo. Procedimentos adequados de preparação, transporte e destinação de corpos são fundamentais para evitar a propagação de doenças e a contaminação do ambiente. O cumprimento de protocolos sanitários e de biossegurança protege não apenas os profissionais envolvidos, mas também a comunidade como um todo.

Como o setor funerário garante dignidade e respeito às famílias?
Um dos aspectos mais sensíveis do serviço funerário é o atendimento às famílias enlutadas. Segundo Tiago Oliva Schietti, em momentos de fragilidade emocional, a atuação profissional, empática e organizada faz toda a diferença. O setor funerário oferece suporte prático e emocional, orientando famílias sobre procedimentos, prazos e possibilidades, sempre com respeito às crenças e aos valores individuais.
Esse cuidado vai além da execução técnica. Envolve comunicação clara, acolhimento e postura ética, elementos fundamentais para garantir uma despedida digna. Ao assumir esse papel, o setor funerário contribui para o processo de luto, oferecendo um ambiente mais seguro e respeitoso para a vivência da perda.
Estrutura e responsabilidades do setor funerário essencial
Para cumprir sua função essencial, o setor funerário precisa operar com estrutura adequada, profissionais qualificados e protocolos bem definidos, conforme explica Tiago Oliva Schietti. Isso inclui desde instalações apropriadas até a capacitação contínua das equipes, garantindo que todas as etapas do serviço sejam realizadas com segurança e eficiência.
Entre as principais responsabilidades do setor funerário, destacam-se:
- Cumprimento das normas sanitárias e de biossegurança;
- Atendimento humanizado às famílias;
- Gestão adequada do transporte e da destinação de corpos;
- Manutenção de ambientes seguros e controlados;
- Capacitação contínua dos profissionais envolvidos.
Essas responsabilidades reforçam o caráter essencial do setor e evidenciam a necessidade de reconhecimento, regulamentação e fiscalização adequadas.
Reconhecimento social e desafios do setor funerário
Apesar de sua importância, o setor funerário ainda enfrenta desafios relacionados ao reconhecimento social e à valorização profissional. Muitas vezes, suas atividades são invisibilizadas ou pouco compreendidas, o que dificulta investimentos em formação, infraestrutura e inovação. Reconhecer o setor como serviço essencial é também reconhecer o valor dos profissionais que atuam diariamente em condições técnicas e emocionais complexas, assim como frisa Tiago Oliva Schietti.
Outro desafio está na adaptação às mudanças sociais e legais. O setor funerário precisa acompanhar novas demandas relacionadas à sustentabilidade, à diversidade cultural e à modernização dos serviços. Para isso, é fundamental investir em educação profissional, gestão qualificada e políticas públicas que fortaleçam o setor.
O setor funerário como pilar da organização social
Por fim, o setor funerário, enquanto serviço essencial, desempenha um papel silencioso, porém indispensável,. Sua atuação garante que a sociedade possa lidar com a morte de forma organizada, respeitosa e segura, mesmo nos momentos mais difíceis.
Ao reconhecer sua importância, abre-se espaço para fortalecer o setor por meio de políticas de valorização, capacitação profissional e modernização dos serviços. Dessa forma, o setor funerário se consolida como um verdadeiro pilar da organização social, atuando com responsabilidade, dignidade e compromisso com o bem-estar coletivo.
Autor: Meyer Weber